habitar 2003/2005. mostra de arquitectura portuguesa contemporânea, patente no centro cultural de belém: 'Esta proposta leva-nos a habitar um país e apresenta-nos como missão da arquitectura a criação de condições de vivência, quer no espaço privado quer no domínio social.' desta exposição resulta uma edição em livro. habitar 2003/2005 termina a 10 de dezembro.
045.sem ti
menti-te.... disse que ficaria bem... e menti-te, sim... mas tu já sabias!!! tinhas a perfeita noção que o iria fazer....
não me arrependo de nada do passado... passado de muitas certezas (...) a bravura de um peito pleno de convicções... mas também um passado de muita inquietude, de caminhos irrónios e, inevitavelmente, de muitas confusões (...) mas é esse passado que carrega o ónus de quem sou ...
aprende-se muito olhando para trás... amadurecemos fazendo-o... como agora!!!
quantas vezes pensamos: se pudesse recuar no tempo... mas, se tal fosse possível, não seríamos exactamente os mesmos e agora pensaríamos noutras coisas, de outra maneira que não a mesma!
errei... talvez em demasia! mas, creio, aprendi... subi um outro degrau... mas dos altos, para que não restem dúvidas !!!
... esqueci-me de olhar também para os lados (...) só para confirmar que estavas lá... e para te dizer tudo aquilo que guardei para a minha estúpida auto-comiseração... e para te demonstrar o quanto significas na minha vida... o quanto te amo... e era tão simples... bastava um olhar...
puerilmente parafraseei miguel esteves cardoso em o amor é fodido! hoje, convictamente re-escrevo as mesmíssimas palavras:
(...)
o amor é fodido. hei-de sempre acreditar nisto.
onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo por ser fodido. é melhor do que morrer. há coisas, como o álcool e os livros, que continuam boas. a morte é mais aborrecida.
porque fodemos o amor? porque não resistimos. é do mal que nos faz. parece estar mesmo a pedir. de resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. tem de haver escombros. tem de haver esperança. tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.
(...)
e começo a deglutir amarguradamente... o silêncio... o vazio ... a melancolia... a tristeza... a saudade... e sinto por fim a tua falta!
044.olhares

rio douro. 2006
fotografia da minha galeria fotográfica online... este e outros olhares em http://www.olhares.com/jpinho !!!
042.voyers e outros aficcionados
(...)
o amor é fodido. hei-de sempre acreditar nisto. onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo por ser fodido.
é melhor do que morrer. há coisas, como o álcool e os livros, que continuam boas. a morte é mais aborrecida.
porque fodemos o amor? porque não resistimos. é do mal que nos faz. parece estar mesmo a pedir. de resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. tem de haver escombros. tem de haver esperança. tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.
o amor é fodido. hei-de sempre acreditar nisto. onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo por ser fodido.
é melhor do que morrer. há coisas, como o álcool e os livros, que continuam boas. a morte é mais aborrecida.
porque fodemos o amor? porque não resistimos. é do mal que nos faz. parece estar mesmo a pedir. de resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. tem de haver escombros. tem de haver esperança. tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.
(...)
miguel esteves cardoso in o amor é fodido, pela editora assírio & alvim.
miguel esteves cardoso in o amor é fodido, pela editora assírio & alvim.
038.arquitectura é cultura

pousada de santa maria do bouro, gerês, pelo arquitecto português eduardo souto moura... interessante o conceito de construir uma pousada com as pedras de um mosteiro (...)!
037.o valor reside na mudança
a incapacidade de mudar torna não só impossível uma resposta ao fluxo inevitável de acontecimentos, como também representa uma certa incapacidade de melhoria!
os edifícios antigos são, normalmente, edifícios obsoletos: os hábitos antigos são constringentes. os custos iniciais e os custos de manutenção recorrentes das coisas permanentes são muito superiores aos recursos necessários para os substituir periodicamente por novos materiais!
as cidades deveriam ser construídas com estruturas leves e temporárias para que as pessoas pudessem, facilmente, mudá-las à medida que as suas vidas mudam !!!
lynch, 1972
036.outras culturas, outras cidades
| delicioso documentário da mobilidade nas cidades... vermos este filme obriga-nos a reflectir um pouco acerca do nosso estilo de vida e das opções que tomamos à medida que construimos as nossas cidades... | |
032.considerações existenciais
030.parvus e magnus ibi sunt
'parvus e magnus ibi sunt'
o antagonismo de um dia intrinsecamente vincado pela morte, que nos leva à reflexão da vida...
027.sexta-feira
sexta-feira em albufeira; o mundo esteve p'ra acabar...
e era tal a bebedeira ninguém sabia onde era o mar!
e falta a tua confissão...
falta o teu à beija-mão...
e no domingo, na ribeira... em cascais ou no funchal...
as sondagens lá da feira... era o bem contra o mal...
mas falta a tua confissão...
falta o meu à beija-mão...
já não dá, já não dei,
já nem sei em quem votei!
já não há, já não sei,
já nem dou com o dj!
já não há, já nem é,
já nem sei onde fiquei!
já não está, já nem sei,
já nem dou com quem falei!
e falta a tua confissão...
falta o teu à beija-mão...
letra da música 'sexta-feira' do grupo novo rock (gnr)
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