061.galeria fotográfica


o caminho para o céu !!!
torre da charola do convento de cristo em tomar. dezembro 2004.

060.(...) o reflexo da minha vida


és ... a minha luz na escuridão, (...) a água para a minha sede, (...) o ar dos meus pulmões, (...) o fogo quente da paixão, (...) o reflexo da minha vida!

059.sem título


re-edição electrónica de uns rabiscos sem título do meu caderno preto de 1998.

058.triste, só e amarela


a mulher amarela que quer sair do seu triste e enfadonho fundo cinzento... esguia, esbelta e triste... solitária no seu estático percurso... ouvindo o som ambiente de um apagado espaço...

triste, só e amarela!!!

057.as boas energias do natal


boas tradições,
boas imagens,
boas companhias,
boas alegrias,
boas sensações,
boas gastronomias,
boas espectativas,
boas especialidades,
boas recomendações,
boas mariscadas,
boas rabanadas,
boas famílias,
boas canções,
boas finanças,
boas luzes,
boas comidas,
boas partilhas,
boas considerações,
boas recordações,
boas bebidas,
boas necessidades,
boas amizades,
boas estravagâncias,
boas climatizações,
boas lembranças,
boas bebedeiras,
boas retribuições,
boas festas,
enfim ... as boas energias do natal !!!

056.viseu: arquitectura


criou-se um novo ritual anual de exposição dos trabalhos académicos realizados pelos alunos do curso de arquitectura da universidade católica portuguesa. essa mostra reúne na sua essência as realizações individuais nas disciplinas práticas do plano curricular, com principal incidência na disciplina basilar do curso: projecto.
são estudos e propostas para um território concreto, predominantemente da região de viseu, que intrinsecamente enfrenta dificuldades e potencialidades reais.
a edição deste ano está patente ao público das nove às dezoito horas no foyer do auditório eng. engrácia carrilho, nas instalações de viseu do centro regional das beiras da universidade católica portuguesa.

055.uma questão de tempo



perdão pela parca modéstia, mas acabo de ser nomeado 'personalidade do ano'... pensando melhor, eu e uns quantos milhões espalhados por aí, onde quer que isso seja !?... não sei bem o que isto representa, além da capa de uma revista tão importante e influente nos - agora - dois mundos como é a time!!!
mas, quais as razões da nomeação? que teremos concretizado com especial importância? será que neste mundo não existem realizações e personalidades capazes de merecer a nossa atenção que as tenhamos que encontrar num outro mundo virtual e anónimo?
que procuramos nós debaixo destas teclas? o que nos reserva esta luz sempre acesa? quem fomos, quem somos, quem seremos? curiosamente... it's a matter of 'time' !!!

054.metamorfose da camisola


metamorfose da camisola. outubro de 1997.

052.de volta


muitos de vós indagaram-se a propósito da desactualização de o meu caderno preto... de facto o interregno existiu para reflectir sobre o sentido das coisas... para reorganizar ideias!!!
perpassei novamente o olhar pela mensagem de abertura ... "o meu caderno preto é, na verdade, uma homenagem electrónica e virtual ao meu caderno preto (...) no meu caderno preto despejo pensamentos, esquiços, contactos, ideias, frustrações, incertezas, entre outros, que se resumem intrínsecamente em perpétuas memórias de um lapso de tempo, agarradas a imaculadas folhas de papel."
agora, após inspirar profundamente, reitero as minhas intenções iniciais... não pretendo com o meu caderno preto a criação de um fórum de discussão permanente... apenas insisto em partilhar convosco as minhas ideias, os meus rabiscos, os meus sonhos, as minhas utopias... por vezes as minhas inquietudes e frustações espirituais... mas, enfim, o meu caderno preto está de volta!!!

051.viseu-pousada de ribafeita



o lugar_1
'riba-feita– freguezia, beira-alta, concelho, comarca, districto administrativo, bispado e 12 kilometros de vizeu, 290 ao n. de lisboa, 400 fogos. em 1757, tinha 262 fogos. orago, nossa senhora das neves.
o real padroado apresentava o abbade, que tinha 350 reis de rendimento (…) é terra fértil. gado e caça. ‘
in portugal antigo e moderno. pinho leal. lisboa 1878.
o território de intervenção, situado na freguesia de ribafeita é definido pelo que se supõe ter sido um dia o paço da paróquia.
(...)
o lugar_2
o programa de pousada vai de encontro com as funções do edificado existente, sendo este reservado para as zonas sociais, aproveitando o ambiente bucólico ou romântico que as ruínas oferecem.
(...)
o programa é um programa de pousada, comportando quatro grandes núcleos: o da zona de átrio/ recepção, o da zona social/ de convívio, o da zona de quartos e, finalmente o das áreas de serviço.
(...)
os novos corpos a edificar buscam referências no território numa lógica de continuidade histórica e as suas formas anseiam interpretar o ambiente rural onde se inserem, sem pretensões miméticas.
(...)

050.viagens

trinitá dei monti, junto à scalinata de spagna... roma, itália...

049.arquitecto...

autor identificado na imagem

trabalhar para viver ou viver para trabalhar?

048.hold still


david fonseca - hold still

047.hold still

in this little town
cars they don't slow down
the lonely people here
they throw lonely stares
into their lonely hearts

i watch the traffic lights
i drift on christmas nights
i wanna set it straight
i wanna make it right
but girl you're so far away

oh, hold still for a moment and i'll find you
i'm so close, i'm just a small step behind you girl
and i could hold you if you just stood still

i jaywalk through this town
i drop leaves on the ground
but lonely people here
just gaze their eyes on air
and miss the autumn roar
i roam through traffic lights
i fade through christmas nights
i wanna set it straight
i wanna make it right
but man you're so far away

oh, i'll hold still for a moment so you'll find me
you're so close, i can feel you all around me boy
i know you're somewhere out there
i know you're somewhere out there

oh, hold still for a moment and i'll find you
you're so close, i can feel you all around me
and i could hold you if you just stood still
oh, i'll hold still for a moment so you'll find me
i'm so close, i'm just a small step behind you
i know you're somewhere out there
i know you're somewhere out there
i know you're somewhere out there

david fonseca

046.habitar em português





habitar 2003/2005. mostra de arquitectura portuguesa contemporânea, patente no centro cultural de belém: 'Esta proposta leva-nos a habitar um país e apresenta-nos como missão da arquitectura a criação de condições de vivência, quer no espaço privado quer no domínio social.' desta exposição resulta uma edição em livro. habitar 2003/2005 termina a 10 de dezembro.

045.sem ti

menti-te.... disse que ficaria bem... e menti-te, sim... mas tu já sabias!!! tinhas a perfeita noção que o iria fazer....
não me arrependo de nada do passado... passado de muitas certezas (...) a bravura de um peito pleno de convicções... mas também um passado de muita inquietude, de caminhos irrónios e, inevitavelmente, de muitas confusões (...) mas é esse passado que carrega o ónus de quem sou ...
aprende-se muito olhando para trás... amadurecemos fazendo-o... como agora!!!
quantas vezes pensamos: se pudesse recuar no tempo... mas, se tal fosse possível, não seríamos exactamente os mesmos e agora pensaríamos noutras coisas, de outra maneira que não a mesma!
errei... talvez em demasia! mas, creio, aprendi... subi um outro degrau... mas dos altos, para que não restem dúvidas !!!
... esqueci-me de olhar também para os lados (...) só para confirmar que estavas lá... e para te dizer tudo aquilo que guardei para a minha estúpida auto-comiseração... e para te demonstrar o quanto significas na minha vida... o quanto te amo... e era tão simples... bastava um olhar...

puerilmente parafraseei miguel esteves cardoso em o amor é fodido! hoje, convictamente re-escrevo as mesmíssimas palavras:
(...)
o amor é fodido. hei-de sempre acreditar nisto.
onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo por ser fodido. é melhor do que morrer. há coisas, como o álcool e os livros, que continuam boas. a morte é mais aborrecida.
porque fodemos o amor? porque não resistimos. é do mal que nos faz. parece estar mesmo a pedir. de resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. tem de haver escombros. tem de haver esperança. tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.

(...)
e começo a deglutir amarguradamente... o silêncio... o vazio ... a melancolia... a tristeza... a saudade... e sinto por fim a tua falta!

044.olhares



rio douro. 2006

fotografia da minha galeria fotográfica online... este e outros olhares em http://www.olhares.com/jpinho !!!

042.voyers e outros aficcionados


para voyers e outros aficcionados...
(...)

o amor é fodido. hei-de sempre acreditar nisto. onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo por ser fodido.

é melhor do que morrer. há coisas, como o álcool e os livros, que continuam boas. a morte é mais aborrecida.

porque fodemos o amor? porque não resistimos. é do mal que nos faz. parece estar mesmo a pedir. de resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. tem de haver escombros. tem de haver esperança. tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.
(...)

miguel esteves cardoso in o amor é fodido, pela editora assírio & alvim.