195.smells like teen spirit
smells like... i love both versions!!! (smts n; smts pa)
se há coisas fantásticas, procuro-as todas: uma a uma, lenta e vorazmente... a minha vida necessita delas. coisas simples, lindas, belas… como a periclitante luz de uma vela acesa, constante e frágil, mas encantadora e quente… magnífica procura, doce desejo... grandioso sentimento que beijo, apaixonadamente, como quem mente por amor. não te vejo, ainda... só sei que não sei quando te encontrarei, mas procuro-te... e abro o meu coração para que me saibas encontrar… não quero que vejas em mim quem eu não sou. deixa-me chegar… são e salvo, desta guerra que me preenche, lamentavelmente! sou apenas alma... nada mais posso oferecer. encanto verdadeiro de um coração que serpenteia todas as emoções… não viste ainda? não sentiste ainda? quero-te! quero ler-te todas as noites; quero nadar em ti; quero morar no teu peito, abrigado de um mundo mundanamente cruel e frio... só assim, e por fim, tranquilamente terei a paz suficiente para amar… descansadamente feliz!!!
sai, minha tristeza... deixa o amor entrar, não quero ficar sozinho... só de alma vazia, outro dia sem cor, que me pintasse de amor, com o fogo da paixão. quem eu quero não me quer... e a quem me quer não me dou. prisioneiro deste medo de me perder, de voltar a dar de mim e outra vez depender de um amor que faz doer e dá prazer... e eu não, já não aguento a solidão!!! o amor não vem e eu não, já não aguento a solidão. só quero outra paixão... e voltar a dar de mim! vai doce desejo, procurar num olhar o amor que me sorria, estou só de alma vazia!!! não, já não aguento a solidão (...) só quero outra paixão... e voltar a dar de mim!!!
saudades! como as sinto… é um vazio colossal!!! do amor, das ternurentas carícias, da subliminar troca de olhares apaixonados, do suave e doce aroma, dos milhares de beijos que se espalhavam na pele, dos beijos eternamente húmidos, dos milhares de pequenos gestos sempre lindos, das milhares de coisas lindas que vivi, das gargalhadas, das centenas de flores, das rosas brancas, das maluquices, das brincadeiras na cama: dos pulos às cócegas que tiravam a respiração, das noites em camas pequenas, das noites em camas grandes, dos banhos a ferver que quase faziam desmaiar, das velas que ardiam num ambiente romântico, das viagens a esse país, dos furos em cidades que desconhecia, do refúgio em montalegre, dos fins-de-semana gastronómicos, do chateaux-briant, do pão já com manteiga, do pequeno-almoço na cama, dos cafés à hora de almoço e à noite… das palavras enamoradas, das sms, das conversas silenciosas, das conversas mais sérias e acesas, das conversas triviais, das cusquices, das cartas, das caixas, do calor dos corpos, das aventuras, das milhares de fotos, do esplêndido olhar, do magnífico sorriso, das covinhas, as minhas covinhas…hmmm, das casas de banho geladas dos hotéis, da chuva que embalava na cama, do rugido do mar de inverno na figueira, do brilho das lareiras, das festas, das birras com a alimentação, das obleias, das tostinhas, doces, requeijão e torradas à noite, dos jantares da semana, das saladas, dos bolinhos, das pipocas com maltesers na minha cama, dos dias que lá passei, dos filmes que lá fiz e vi, dos mimos… da carinhosa voz, do suave cabelo, das curvas, da pele agri-doce, das pintas, da mala onde cabiam sempre as minhas coisas, da atenção, da preocupação, dos medos, das vontades, da demora no corredor das bolachas e dos iogurtes, da indecisão nas compras, das calhoadas que nos faziam rir, das vezes que estava perdido, das férias, das caminhadas, do squash, do badmington, das voltas de bicicleta, saudades em partilhar o amor do meu coração e da minha mente, em partilhar tudo o que sentia, tudo o que sabia, tudo o que tinha visto, tudo o que tinha vivido, de rirmos juntos, de chorarmos juntos, das juras, das promessas, dos sonhos, do futuro, do lindo xavier (como o pai), da linda maria (como a mãe), da partilha de todos os momentos, do barulho ao silêncio, da humilde presença, da humilde pessoa, do orgulho em seres minha, do orgulho em ser teu, de tudo o que construímos juntos, de tudo de descobrimos juntos, de tudo o que crescemos juntos, de estarmos juntos, saudades de tudo que ainda não me lembro, saudades de tudo o que me lembro mas não digo... saudades algo que se iria repetir até ao fim da vida! enfim, saudades... apenas continuo a acreditar que isto é o amor e tenho saudades de o viver, with or without you.
isto, sou eu… tatuo em mim pedaços de uma história interminável que foi, de um tempo que já não é, de uma memória que teima deixar de ser. isto, sou eu… não fujo: apesar de procurar todos os cantos… e aguardo, pacientemente, o silêncio pleno! ruído de algo que desapareceu! isto, sou eu... a afirmar: assustas-me solidão, mas procuro-te todos os dias! desejo-te ardentemente, como um louco apaixonado! e saboreio-te: sabes-me a pouco, mas preenches-me demasiado! eu sei: sou culpado! isto, sou eu... a querer devolver-me: o sorriso que perdi; o brilho do olhar que me tiraram; os sublimes gestos que rejeitaram; as principescas carícias que esvoaçaram; o coração que se esquartejou; o amor que se perdeu(…) isto, sou eu… a querer sair de mim: para me cruzar com a minha alma incompleta... metade de mim, não existo! sou uma egoísta espécie em extinção, construída na felicidade alheia. isto, sou eu… a perdoar-me: without regrets, do esforço inglório e vão que desperdicei com as pessoas erradas… isto, sou eu… a falar: de mim e das palpitações do meu coração, ame-se ou odeie-se! sejas lá quem fores: sim! isto, sou eu… como sempre fui e serei!encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos. encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar. encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos... não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar. chegada da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver, em nome da terra, no fundo p´ra te merecer... recebe-me bem, não desencantes os meus passos. faz de mim o teu herói, não quero adormecer. tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo... o que não vivi, hei-de inventar contigo. sei que não sei, às vezes entender o teu olhar... mas quero-te bem, encosta-te a mim. encosta-te a mim, desatinamos tantas (poucas) vezes. vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal, recebe esta pomba que não está armadilhada... foi comprada, foi roubada, seja como foi. eu venho do nada, porque arrasei o que não quis... em nome da estrada, onde só quero ser feliz. enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada, vai beijar o homem-bomba, quero adormecer. tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo, e o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo... sei que não sei, às vezes entender o teu olhar, mas quero-te bem. encosta-te a mim: quero-te bem...
(eam jp)
são citações, de vários autores (que subscrevo):
perco-me na nossa solidão… eu e tu: meu fiel amigo, meu leal caderno preto! obrigado por estares aqui… sinto a necessidade de falar contigo. fisicamente, torna-se premente estar em absoluto estado de isolamento. nem que seja algures, no meio de uma multidão. mas apenas eu, sob a influência dos 360 graus que me envolvem… penso, olho, escuto, cheiro, sinto e saboreio cada infinitésimo momento, numa espiral que cíclicamente se desenvolve! não, não perdi a confiança nas pessoas. nem nos amigos. nem na família... nada disso! agora sei quem são e onde estão. já provaram o suficiente!!! no entanto, sinto-me na obrigação de apreciar a solidão. será uma naif forma de egoísmo? talvez… mas preciso desse total recolhimento: um tempo só meu, num qualquer espaço, apenas partilhado contigo mcp, que tão bem guardas segredo! aí, rebusco memórias que me recordo de ter esquecido… num diálogo vivo, insulto-me e homenageio-me, conforme as situações. é uma espécie de auto-avaliação: uma viagem analéptica ao meu mais profundo ser! é uma tarefa que utiliza todos os sentidos, na procura de todos os males; na procura de todos os erros; de todos os momentos gloriosos, ou não!!! e não o faço até que a voz me doa, mas até que a tinta se acabe! e gasto tinta! muita tinta! litros! muitos segundos. muitas horas. muitos dias. faço-o por mim: descubro quem fui e confirmo quem sou... o que mereço desta vida! meço o tamanho das minhas acções e do meu coração! e encontro-me… afinal sou mesmo assim: consegui situar-me na diferença entre uma grande pessoa e uma pessoa grande... e aprovo-me! em todos os meus gestos: aprovo todo o meu ser! aprovo todo o meu sentir! aprovo todo o meu pensar! aprovo o meu zé pinho!!! e, para que conste, ficou escrito!!!
estou farto de sonhos que terminam em pesadelos... chega de escuridão! chega de enganos! chega de utopias! chega de ódio e traições! chega de sofrimento! quero cor! quero vida! quero coisas! lindas. magníficas. encantadoras. delicadas. simples. carinhosas... quero ser feliz, quero amor! mereço! quero calor. quero sol. quero luz. quero brilho e enquadramento! quero ser feliz, quero amor! mereço! imagens que projecto; palpitações que partilho; sentimentos que conquisto!
firmemente agarrei nas fortes garras de um dragão... foi um duelo marcado pela ira de ambos, no qual o desfiz em tons de cinza… poeira de uma nuvem de ilusões! um nanossegundo depois, arrependi-me! eu não sou assim: those are not my true colors!!! ajoelhei-me para reunir toda a sua paleta, pedacinho a pedacinho do espectro. no final, eu era afinal uma triste alma... entristecida pela sua tristeza! ofereci o meu melhor perdão… mas já não consegui erguer o mesmo dragão... então, doei todo o meu ser e construí algo ainda mais belo: desta metamorfose, criei uma colorida borboleta!!! suavemente, bateu asas e esboçou timidamente um sorriso maravilhoso... depois, da palma minha mão -agora aberta, desprendeu as suas frágeis garras, levantou voo e partiu... o meu coração!
palpitações… dedicadas a ninguém e a toda a gente. palpitações do meu ser. palpitações do meu -agora, pobre, triste, magoado, melancólico, saudosista e cada vez mais cansado coração. há quem diga. há quem pense. há quem julgue. há quem transmita. há quem sinta. há: mas não estou maluco; há: mas não estou poeta! eu sou maluco, com tudo que isso afecta. mas não, não sou poeta. apenas adoro todas as palavras soltas que a carne me transmite e que partilho, primeiramente comigo, rasgadas numa imaculada folha de um qualquer caderno, depois contigo onde quer que estejas e sejas. são as palpitações que fazem que seja quem sou, ame-se ou deteste-se! palpitações que ditam o trilho a seguir. palpitações que me fazem perder, muitas vezes. palpitações que me fazem encontrar, muitas vezes! mas vezes demais para quem pretende ser. e vezes a menos para quem pretende ter. são palpitações erróneas. always said i would know where to find love, always thought i'd be ready and strong enough, but sometimes i just felt i could give up. but you came and you changed my whole world now, i'm somewhere i've never been before. now i see, what love means. it's so unbelievable, and i don't want to let it go, something so beautiful, flowing down like a waterfall… i feel like you've always been, forever a part of me. and it's so unbelievable to finally be in love, somewhere i'd never thought i'd be. in my heart, in my head, it's so clear now, hold my hand you've got nothing to fear now, i was lost and you've rescued me some how. i'm alive, i'm in love you complete me, and i've never been here before. now i see, what love means. when i think of what i have, and this chance i nearly lost, i cant help but break down, and cry. oh yeah, break down and cry.
now i see, what love means…
um destes dias, sem saber em quantos, dei a volta ao mundo tipo willy fog… comprei uma dessa viagens baratas e fui: mochila às costas, globetrotter! vi, ouvi, cheirei, senti, muito. pouco, para a ambição! perdi-me e encontrei-me. conheci e reconheci. morri e vivi. vi pessoas, animais, plantas, lugares e não-lugares. cruzei-me com a tentação, cumprimentei o diabo e fumei um cigarro no inferno. bebi, bastante! é que aquele sítio é mais quente que uma qualquer praia tropical ou fluvial.
pisquei o olho… era um mosquito! não, não apanhei deng, apesar de estar no brasil! marquei uma nova rota no astrolábio e depois no gps, não fosse o colombo dizer que o primeiro era dele! fica lá com o teu ovo!!! rota: h5n1, todos os males, 3500 mundo! tossi… tinha acabado de engolir um sapo! continuei a aventura a pé. cheguei ali acima! uma vez lá, olhei à minha volta: só nuvens!!! logo havia de estar mau tempo, raios! na descida molhei-me todo… tinha acabado de levar com um balde de água fria na cabeça… a água infiltrou-se e pôs-me o cérebro de molho!
já em arraiolos, feito totó, comprei um tapete ao aladino e voei! à primeira curva, fiquei zonzo: aquilo não tinha cinto! sinto muito, escorreguei e magoei-me, lógico! não é que tinha caído num campo de urtigas! triste sorte a minha! todo picado, sacudi-me… saltaram todas as impurezas e micróbios, que limpeza!!! atravessei a rua, de cabo a rabo-de-boi e vi qual o seu nome: rua da amargura! isto vai de mal a pior, pensei. ei, ei! já chega!
abri o mapa e li logo a célebre frase: ‘você está aqui’. é pá! não é que eu estava mesmo aqui!!! e já que aqui estou, deixa-me ir comprar o jornal e tomar um café. do jornal saíam notícias atrás de notícias, mas eu queria o mundo!!! até o café era amargo… bolas, de berlim, troquei por um chá. era da índia e vinha de barco. como estava o velório no veleiro, procurei terra firme... não vá o outro tecê-las! é que para todos os efeitos, eu não sei nadar!!!
no percurso, assaltei o pirata das caraíbas e pedi uns medicamentos para a depressão ao dr. casa: aspirinas para a dor do músculo. corri riscos, fiz riscos e apaguei recordações, tudo de enfiada! pus mais manteiga e juntei açúcar, reparei que faltavam os morangos! resolvi ir à mercearia. caminhei, caminhei, caminhei… e quando dei por ela, estava na holanda, mas só porque estava muito abaixo. girei as pás dos moinhos, troquei as cores ao van gogh e colhi umas tulipas. subi as paredes do poço e ao fazê-lo, torci o nariz e depois um braço.
aquele abraço, disse quando vi o papa, está vento!!! bem, vou ficar constipado!!! tomei umas vitaminas para dar power e li-te todas as noites… sei lá onde é que estou!!! mas olha quem é ele… não é que é o homem que mordeu o cão!!! ladrou até lhe saírem os pulmões pela boca. tinha tubérculos: eram batatinhas do ribatejo. pelo menos eram nacionais, apesar de serem globalizadas: tinham net no cabo. por falar em net, os netos refilaram com os avós porque o queijo ainda era da páscoa, da ilha! era maia, ou maio, tanto faz, o que importa é que estou a caminho dos states: state of mind, state of… whatever, nevermind...
foi quando o cobain me pediu um autógrafo, que preguei cartazes para a greve e martelei um dedo, já não posso apontar. mas já que estava de greve, sempre podia fumar mais um cigarro. fechei portas e dali pus-me à janela com a gala, não fosse ter o azar de aparecer a asa(r)e. pedi caracóis, mas demoraram. fino, bebi uma imperial enquanto falava com pessoa, mas ele não sabia quem era, estranho! mesmo assim, mandei cumprimentos ao torga e laranjas pró jardim. e aí formou-se um arco na íris: é droga! é droga! testei o sabor do amor e medi a distância de um desgosto, no espaço, no tempo e na memória…
para desanuviar, fui ao cinema com a marilyn e aproveitei para escrever ao miguel: o amor é fodido!!! como isto passou a correr, o tipo já era comandante, sinal que estou no avião de regresso ao reinado de preste joão. se foi isto que pedi? claro que não, foi caracóis! indignado chamei a polícia! veio o csi-las vegas. lutei ao lado do zorro e roubei as calças ao peter pan. mais tarde acabei por vendê-las ao cocas -the frog- para os amigos, exactamente na mesma altura em que dei um comprimido ao hulk. o rapaz estava mesmo verde!!! devia ser figadeira!!!
subi a uma figueira e andei de teleférico entre eiffel e a baixa de big apple, mas já estava podre… salvei o titanic e emprestei um tigre, de bengala ao chaplin. toquei à campainha do bell e troquei de camisola com o super-homem. sim, tínhamos acabado de jogar à bola, daaaaahh!!! quando vi a luz, estava no túnel às manchas. já estou perto! vou só dar mais uma volta de camelo em torno de mim próprio… um, dois, três: já está! ai, ai, ai… fiquei tonto, mas siga que já é tarde para auto-comiserações!
parei na feira de carcavelos para ver uns cd’s e tive que saltar a cerca! não é que ao meu lado estavam as ovelhas a imitar-me!!! bem, só falta o pastor. os reis magos -um bocadito magros- já estão a caminho. é menino, é menino! e como sou esquecido, apontei no caderno para não me esquecer do esquecimento! os motores já roncam outra vez… são mesmo porcos!!! até me fizeram chorar: lágrimas de crocodilo, dundee. cheguei à austrália!!! tirei umas fotos aos koalas e dei um pulo de canguru… fui parar às asas de um condor! antes isso! podia ser um abutre… mas não sou! calcei leões em áfrica e butterfly effects.
perdi um memento para dançar ao som da pianista. depois tornei-me mortal, ao abandonar a cidade dos anjos e dormi na cidade de deus. aí pesquei um carapau de corrida e a culpa é do mosquito, era gnr! com coragem, enchi o peito de air (liquide), tomei o xarope and felt the teardrop… andei a trote e a galope! fugi dos meus fantasmas e salvei-me das espadas. joguei às copas e senti-me um braveheart: freeeeeeeeeeeeedom!!! provei um puro malte escocês e atirei o pau ao gato, maltês! assobiei à cinderela e chamei-lhe todos os nomes… do saramago, que tinha um olho à camões!!! estava acompanhado pelos velhos do restelo… jogava o belenenses p’ra taça! ai a revolta dos pasteis de nata e de bacalhau da noruega! nesse instante, passei a fronteira, conduzi um verdadeiro carro sueco e fiz uma sueca a quatro!
telefonei ao sonny, filho do padrinho erickson. é uma máfia!!! vejam só que o rei vai nu!!! a olhos, vistos carimbei o passaporte de arma e fui ao freeport: a-zara armou barraca! entretanto, fez-se luz e estava em paris. subi a avenida da bélgica e tive que parar no continente… é que já sou incontinente! com um tenente, fiz-me voluntário para os jogos olímpicos. é assim… é este ano e em pequim! no terceiro esquerdo, subscrevi a carta do direito e descobri o tibete… i see no bravery in your eyes, anymore!!!
twenty, zero, one, jamiro… primo do ramiro. tecla 3 do telecomando: naval… fiquei sick -depois tv- aí, i phill cóllicas. é escorbuto, resquícios das viagens que fiz com marco pólo. é que eu tenho dois amores… não sei é onde os deixei!!! talvez no frigorífico e fui ver. não é que lá estava um elefante! é pá, és gigante. disse-lhe, antes que levasse na tromba! pareces o gulliver ou o golias, não achas ó david? como não me respondeu, cantei para espantar pardais e era cada tiro cada melro… caíam que nem avestruzes, despidas para matar, fénix!!! também assustei o patinho. feio como um bode, como é que pode? chamei a hospedeira, para acabar com a brincadeira!!! onde é que vamos afinal? já sinto turbulência! ela coitada, desculpou-se: sabe, é do triangulo das bermudas que comprei para o meu namorado… credo, só de a ouvir, já estava enjoado! 007, era o meu voo, com escala na régua, licença para aterrar.
como nunca mais era sábado, fiquei de platão e ainda troquei uns galhardetes com o sócrates quando, por fim, eureka! aterrei na grécia… quer ir a lesbos, apanhar marmelos? perguntou-me um guia. esticou-se, não podia! isso é só p’ros tubarões! mas sempre deu para filmar umas baleias, fora de água. estava com sede, acordei! logo vi! para passar por tudo isto, a viagem era barata demais!!!
zp 080507