227.míudo: puto

míudo: puto... sempre a espreitar, sempre a sentir, ver! míudo: puto... crescido e por crescer! míudo: puto... ser porque o queres ser! míudo: puto... sou em três décadas por escrever! míudo: puto!

226.sê

para ser grande, inteiro: nada teu exagera ou exclui. todo em cada coisa. põe quanto és no mínimo que fazes. assim como em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive...
(fp)

225.i just want you...

i don't want the world to see me 'cause i don't think that they'd understand... i just want you to know who i am...

(i ggd)

224.tu, meu mundo

tu, meu mundo… agitas-te! num sensual movimento que entorpece os meus sentidos. danças! num brilho que me cega. talvez mais até do que os próprios raios do sol. mais profundo do que a magia de um luar! bates-me! carinhosamente, vento de todas as paixões. loucas, tal como eu! defines-te! numa paleta enriquecida pelos tons do arco-íris, para que te saboreie! Loucamente! libertas-te! numa fragrância que reúne todos os aromas, emprestados pelas flores primaveris. e libertas-me… cativas-me… fazes-me perder na tua alma! tu, meu mundo… és silêncio supremo, encanto de uma balada, suave e eterna. pautas o meu ser! sacias-me! alimento da minha sede de viver! leio-te! no escuro. vejo-te! às claras, descaradamente, numa ousadia fugaz… agendas os meus dias; embalas as minhas noites; adormeces-me feliz… afinal, ainda sou uma criança…
zp 080601

223.sometimes...

sometimes, when i look deep in your eyes... i swear i can see your soul!!! there’s four new colours in the rainbow, an old man’s taking polaroids... but all he captures is endless rain, endless rain. he says: listen, takes my head and puts my ear to his, and i swear i can hear the sea...

sometimes, when i look in your eyes, i can see your soul (i can reach your soul)

(s j)

221.paciência

(p mv.jp)

220.o piano

o piano. a beleza. a expressão. o detalhe. o pormenor. o silêncio. o som. a harmonia. o sentimento. a dor. o amor. o sacrifício...

219.baby when the lights

é tão simplesmente... alegre, mexida e refrescante...

(wtl dg)

218.missão

é tão simplesmente... deliciosa, fantástica e sublime...

(tm em)

217.080528

para que jamais me esqueça deste dia, e de tudo que isto significa...
zp 080528

216.butterfly

um video bem colorido... que mais? hmmmmmm... time is passing i'm asking could this be real?(...) see the sun breaking down into dark clouds and a vision of you standing out in a crowd...i used to think that happy endings were only in the books i read but you made me feel alive when I was almost dead. so butterfly, here is a song and it's sealed with a kiss.

zp 080527

(b ct)

215.sou

(já fui -na adolescência, mas) não sou como a abelha saqueadora que vai sugar o mel de uma flor, e depois de outra flor. (há muito que cresci! e) sou como o negro escaravelho que se enclausura no seio de uma única rosa e vive nela até que ela feche as pétalas sobre ele; e abafado neste aperto supremo, morre entre os braços da flor que elegeu. roger martin du gard

214.vontade

a vontade de me partilhar é amplamente maior do que a vontade de existir, ser ou ter...
.
zp 080526

(homenagem a p.mondrian e a ti - colorida borboleta!)

213.bh

freedom; love; loyalty; trust; dream; will; bravery; eternal;

212.nove metros quadrados

nove metros quadrados para memória futura, num julgamento sem juiz: réu da minha própria pena. nove metros quadrados de paredes de uma não-prisão… uff! nove metros quadrados de livros e mais livros… centenas: por ler, lidos e assim-assim! pilhas deles, anarquicamente empilhados aqui e ali, uff! nove metros quadrados de folhas, papeis, guardanapos, recortes, bilhetes, toalhas de papel… todos tão soltos e dispersos quanto os apontamentos neles rasurados, uff! nove metros quadrados de revistas: todas vistas e revistas… centenas! nove metros quadrados de caixas, caixinhas, caixotes, num jogo de cheios e vazios interminável. uff! acessórios, isqueiros, zippos, lápis, canetas, que gasto sem poupar nos meus cadernos pretos perdidos neste meu mundo de nove metros quadrados… uff! cd’s, cd’s, cd’s. filmes, sons, recordações de tudo e de (ainda) nada! uff! relógios e dicionários, numa associação sempre presente, viciadamente olhados, como quem procura sem saber! uff! nove metros quadrados de roupa, roupas, calçado… onde não estão? sempre prontos e intocáveis, tropeço! máquinas: pc’s, ps’s, tv’s, dvd’s, rádios, despertadores (já disse relógios?), aparadores, fotográficas… uff! nove metros quadrados em dezenas de milhar de fotos… lapsos de tempo, congelados no espaço, para que jamais me esqueça! nove metros quadrados de arrumação e desarrumação diária e constante. nove metros quadrados de aconchego e conforto, o meu porto de abrigo. o meu ponto de partida e de chegada para todas as viagens físicas e emocionais. nove metros quadrados de coisas, minutos, horas, meses, anos e de antagónicos sentimentos. nove metros quadrados de paz e buliço, de barulhos e silêncio, de escuridão e luz... sem cor, mono e policromática... nove metros quadrados de vida, da minha vida!
zp 080526

211.pena

dá pena ter pena da pena de apenas termos vivido, penosamente separados... por isso, para que não volte a ter pena, devo (a)penas dizer, sem qualquer tipo de pena, que te amei (a)penas o suficiente para viver feliz!
(zp 080127)

210.fim de linha...

poderia, se quisesse, fazer uma espécie de sinopse... não seria justo! estaria a roubar a tua viagem... mas como sou amigo, deixo um pequeno apontamento: "quando é grande, é pão; quando é pequeno, é pila..." (bem... assim de repente, surgem-me tantas analogias, tantas associações, tantos paralelismos...)

209.angel

spend all your time waiting for that second chance, for the break that will make it ok. there's always some reason to feel not good enough… and it's hard at the end of the day… i need some distraction or a beautiful release, memories seep from my veins. let me be empty and weightless and maybe… i'll find some peace tonight…

in the arms of the angel far away from here… from this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear, you are pulled from the wreckage of your silent reverie. you're in the arms of the angel; may you find some comfort here…

so tired of the straight line, and everywhere you turn, there's vultures and thieves at your back. the storm keeps on twisting, you keep on building the lies… that you make up for all that you lack, it don't make no difference, escaping one last time… it's easier to believe, in this sweet madness, oh this glorious sadness, that brings me to my knees.

in the arms of the angel, may you find some comfort here…

(a sm)

208.cold

(nr gnr)